terça-feira, 15 de abril de 2014

Piada É Muita Sacanagem Parte IX





Piada É Muita Sacanagem Parte IX

O sujeito consegue dar uma cantada na menina mais bonita da cidade. Ele a leva num bom restaurante, onde comem à luz de vela e tomam um vinho fantástico. Depois, ao levá-la para casa, ele pára o carro num lugar tranqüilo e começa a beijá-la. Ele enfia a mão debaixo da saia dela mas ela o impede de ir adiante, dizendo ser virgem, e não querendo continuar.
- Tá bem! - diz ele - Uma chupadinha, então?
 - Hei! responde ela - Eu não vou pôr essa coisa na boca!
- Então uma punheta! - diz ele, já desesperado.
- Como é isso? - estranha ela
- O que é que eu tenho que fazer?
- Você se lembra de quando você era uma menininha? explica ele.
- Você pegava uma garrafa de Coca-cola, sacudia bastante e jogava o conteúdo no seu irmão?
- Me lembro!!!
- Pois é! - continua ele
- É só fazer igual. Ela pega o instrumento dele e faz um movimento de vai-e-vem cada vez mais rápido. Em poucos tempo o rapaz começa a ficar roxo, a cabeça dele cai para o lado e seus olhos se fecham, uma coriza começa a sair pelo nariz, e ele gemendo de dor. - O que está acontecendo??? - grita ela horrorizada!!
- TIRA O DEDÃO DA PONTA!!!!!





A macaquinha ficou viúva. Completamente infeliz, não comia, não bebia, não fazia nada. A bicharada na selva começou a ficar preocupada com a pobre macaca, e fizeram uma reunião para tentar encontrar uma solução para o problema. O coelho sugeriu:
- O elefante também está viúvo. por que não casamos os dois?
- Foi aquele sururu na reunião com alguns contestando, dizendo que o pinto do elefante era muito grande e que a macaquinha não ia agüentar, e outros apostando que era uma questão de costume. Depois de muita discussão chegaram ao acordo de que iriam fazer a proposta ao elefante e a macaca, e que se os dois topassem, tudo bem, era problema deles. Mas mesmo o agüenta ou não agüenta era uma dúvida. Conversaram então com os dois viúvos que surpreendentemente toparam o casamento: Vai agüentar....Não vai agüentar... dividiam-se as opiniões. Chegado o dia da cerimonia, após o casamento religioso o elefante e a macaca (coitada) dirigiram-se para o hotel para tão esperada noite de núpcias, e a bicharada toda atras só fazendo aquele BUXIXO. Chegaram no hotel e os noivos subiram para o quarto, enquanto lá embaixo, com a respiração presa, a bicharada aguardava o resultado: Agüenta ou não agüenta. Passados 15 minutos, o elefante sai do hotel em prantos, chorando horrores, e o bichos logo foram ver o que aconteceu, e viram o elefante gritando:
- Deu tudo certo! Mas eu gozei e ela estourou!



O instrutor dos espermatozoides estava orientando o grupo de espermatozoides novos, preparando-os para a corrida em direção ao ovulo, que aconteceria brevemente.
- Muito bem, pessoal. A corrida em direção ao ovulo é difícil. Vocês tem que tomar muito cuidado para não errar o caminho. Para acertar o caminho, vocês tem que escolher as direções mais úmidas, mais escuras e mais quentes. Seguindo no caminho certo, no final do mesmo vocês irão encontrar uma parede. Parem em frente `a parede e gritem chamando o ovulo. Se este responder que esta' do outro lado da parede, então avancem. Dadas as instruções, os espermatozoides se prepararam para começar a corrida. Largaram. Durante o percurso, lembravam-se das instruções e escolhiam sempre as direções mais úmidas, escuras e quentes. Até que, no fim do caminho, deram de cara com uma parede. Pararam. Em seguida gritaram:
- Quem está aí do outro lado? Não ouviram resposta. Gritaram novamente:
- Quem está aí? Novamente não houve resposta. Gritaram mais uma vez, mais alto:
- Quem está aí do outro lado da parede? é o ovulo? Dessa vez, uma voz enfurecida respondeu:
- Não. É o bichinho do ram-ram...


O Sr Silva era um cidadão muito rico. Era rico e sabia viver. Frequentava sempre os melhores estabelecimentos, comia e vestia do bom e do melhor e nunca regateava preço, motivo pelo qual sempre era muito bem tratado em todos os lugares que frequentava. Precisando fazer um exame de esperma por recomendação de seu medico, o Sr Silva dirigiu-se ao único laboratório da cidade que fazia aquele tipo de exame. Como sempre foi muito bem atendido pelo dono do estabelecimento, que providenciou logo a melhor sala para a coleta do material e o tratamento mais VIP que poderia existir. O Sr Silva foi acomodado em um luxuoso sofá, as luzes principais apagadas e apenas a luz mortica de um abajur impedia a escuridão total. Logo em seguida, entrou uma loura espetacular, usando apenas uma calcinha e trazendo na mão uma bandeja com um tubo de ensaio. Com muito cuidado, despiu inteiramente o ilustre cliente e começou a beijar seu corpo. Nestas alturas, o Sr Silva já estava pra lá de excitado, peru tão duro que parecia envernizado. Sempre com o tubo de ensaio em uma das mãos, a loura começou a beijar e chupar carinhosamente o membro do Sr Silva, demonstrando uma incrível técnica lingüistica. Quando o Sr Silva estava prestes a ejac*ular, a loura colocou rapidamente o tubo de ensaio em posição e recolheu o esperma necessário ao exame, saindo da sala. Em seguida entraram duas atendentes uniformizadas trazendo uma bandeja com um apetitoso lanche, ajudaram o Sr Silva a se vestir e o serviram. Mal tinha terminado o saboroso lanche, o Sr Silva viu entrar novamente a loura, desta vez vestida em um impecável uniforme de enfermeira, dizendo que o acompanharia ate a sala do diretor do laboratório. Ao passarem por um corredor, o Sr Silva viu uma porta entreaberta e, curioso como era, deu uma olhada para dentro do cômodo. La se encontravam uns dez homens, virados de frente para uma parede repleta de velhas fotografias de mulheres nuas. Com a mão direita eles se masturbavam e com a esquerda seguravam um vidrinho vazio.
- Mas o que e isto ?
 perguntou ele a enfermeira.
Ela respondeu com ar de menosprezo:
- Ah. Isto e a sala do INPS...



Num determinado pais, regido pelo regime socialista, havia um grande incentivo `a natalidade. Necessitando de mão-de-obra, criaram uma lei que obrigava os casais a terem um determinado numero de filhos. Previram também uma tolerância de cinco anos. Essa tolerância consistia do fato de que, para os casais que completassem 5 anos de casamento sem terem filhos, ao menos UM, o governo destacaria um agente que iria auxilia-los. Num dia desses, aconteceu o seguinte dialogo entre um marido e sua mulher:
Mulher: Querido, hoje completamos o quinto aniversario de casamento!
Marido: é, infelizmente não tivemos um herdeiro.
Mulher: Será que eles vão enviar o tal agente?
Marido: Eu não sei...
Mulher: E se ele vier? Marido: Bem, eu não tenho nada a fazer... Mulher: Eu, menos ainda...
Marido: Vou sair, pois ja' estou atrasado para o trabalho. Logo após a sadia do marido, batem `a porta. A mulher abre a porta e encontra um homem `a sua frente. Era um FOTOGRAFO que se enganara de endereço.
Homem : Bom dia, eu sou...
Mulher: Ah, ja' sei... pode entrar...
Homem : Seu marido esta' em casa?
Mulher: Não, ele foi trabalhar.
Homem : Presumo que ele esteja a par...
Mulher: Sim, ele esta' a par e também concorda.
Homem : ótimo, então vamos começar?
Mulher: Mas ja'? Assim ato rápido?
Homem : Preciso ser breve pois ainda tenho cinco casais para visitar.
Mulher: Puxa! O senhor agüenta?
Homem : Sim, agüento porque gosto do meu trabalho. Ele me dá muito prazer.
Mulher: Então, como vamos fazer?
Homem : Permita-me sugerir: uma no quarto, duas no tapete, duas no sofá, uma no corredor, duas na cozinha e a ultima no banheiro.
Mulher: Nossa!!! Não é muito?
Homem : Minha senhora, nem o melhor artista da nossa profissão consegue na primeira tentativa. Numa dessas, a gente acerta bem na mosca!
Mulher: O senhor ja' visitou alguma casa neste bairro?
Homem : Não, mas tenho comigo algumas amostras dos meus últimos trabalhos. Veja. Não são lindas? (Mostrando fotos de crianças.)
Mulher: Como são belos esses bebes! O senhor mesmo quem fez?
Homem : Sim. Veja esse aqui. (Mostrando outra foto.) Foi conseguido na porta de um supermercado.
Mulher: Nossa!!! Não lhe parece um tanto publico?
Homem : Sim, mas a mãe era artista de cinema e queria publicidade.
Mulher: Eu não teria coragem de fazer isso...
Homem : Este aqui foi em cima de um ônibus.
Mulher: Que horror!!!
Homem : é. Foi um serviço dos mais duros que eu já fiz.
Mulher: Eu imagino...
Homem : Veja. Este foi feito num parque de diversões em pleno inverno.
Mulher: Credo! Como o senhor conseguiu?
Homem : Não foi fácil. Como se não bastasse a neve caindo, havia uma multidão em cima de nos. Eu nunca teria conseguido acabar...
Mulher: Ainda bem que sou discreta e não quero que ninguém nos veja.
Homem : ótimo. Eu também prefiro assim. Agora, se a senhora me der licença, eu vou armar o TRIPé.
Mulher: Tripé? Para que?
Homem : Bem, madame. É necessário. O meu aparelho, alem de pesado, depois de pronto para funcionar, mede um metro.
A mulher desmaiou.